Presença e função da pedra na poesia brasileira através de quatro nomes da nossa literatura. (imagem que ilustra o post por Sandro Fortunato, para o arquivo do Memória Viva)
Nó na Orelha
Conheça o disco do ano (até agora [embora eu duvide que outro lançamento de 2011 supere este]).
Harry Potter e os bloqueios de leitura
Séries, sagas, trilogias e demais empreitadas literárias que o autor desta coluna não processa muito bem. E quer saber com quem você não avança.
O Destino Vestido de Noiva
Segundo disco de Fabio Góes reafirma a engenhosidade pop do cantor paulista e aprofunda ainda mais o painel multirreferencial de suas canções.
Muito além da página
O romance multimídia de Cláudio Tognolli é mais um exemplo de como a internet descentralizou o formato clássico dos livros, viabilizando obras que vão além da narrativa.
A arte do mimimi
Um pé na bunda pode fazer muito pela carreira de um artista: o Tópico Livre apresenta seu top 5 de álbuns notáveis que foram concebidos a partir do término de um relacionamento.
Amores Expressos – da filosofia clássica à literatura contemporânea
Selo da editora Companhia das Letras revela projeto inédito envolvendo autores, cidades ao redor do mundo e série de documentários em busca de uma boa história de amor
Direito de Ser Nada
Sexto álbum de estúdio da banda independente Violins abandona a preocupação conceitual dos trabalhos anteriores e inaugura nova fase em sua carreira, com uma sonoridade mais pop e madura.
O cinema vai à literatura
Recente estratégia editorial, o trailer de livro é a consolidação da convergência de mídias na literatura, que até então parecia atrasada em relação às demais artes. Os ebooks também ajudam a mudar este cenário.
Malditos e românticos
O poeta Edgar Allan Poe e o cantor e compositor Nick Cave têm muito em comum. A Estante destaca dois textos (um de cada autor) e aponta semelhanças e diferenças entre um e outro.
O Fingidor
Terceiro e último dos artigos sobre Fernando Pessoa é uma breve e ligeira análise sobre espetáculo teatral criado a partir dos versos iniciais de “Autopsicografia” e que, apesar da discussão artística e filosófica, coloca o poeta em situações dignas de uma comédia escrita por Shakespeare.
Fernando Pessoa e a heteronímia
Segundo artigo da série sobre o maior poeta em língua portuguesa do século XX fala sobre as “outras pessoas” de Pessoa e sobre como seu poema “Autopsicografia” é uma chave para o entendimento do mistério psicanalítico que envolve outros três poetas famosos e dezenas de outras vidas criadas a partir da imaginação do mesmo homem.
[imagem: "Fernando Pessoa, Telhados", de João Beja]
Fernando Pessoa e a Mimesis
Primeiro de três artigos da série sobre o poeta português explica de que maneira o autor atualiza discussões da Grécia Antiga sobre o papel da arte e do artista, envolvendo Platão, Aristóteles e um conceito fundamental para a compreensão da arte ocidental.
(Ausente)
Continuando com a série sobre Saudade na Egotrip, é Brayan quem escreve “(Ausente)”: Liguei a esmo, mesmo, perguntando por ela. Não souberam me responder. Disseram que era um assunto pessoal meu, e que por ser um assunto pessoal meu só eu poderia saber. Só que eu não sei, sei tão pouco quanto todos. Então revirei papeis soltos nos cadernos, cadernos nas gavetas, gavetas nos armários, armários na casa. Achei a primeira carta de amor recebida, da época em que ainda se escrevia carta de amor.
Palavra sonora, som textual
Um breve resumo dos estudos culturais que incluem as letras de música como texto de caráter literário (e a literatura como fenômeno de acepção musical).
Nick Cave – A Morte de Bunny Munro
Segundo romance do cantor Nick Cave promove o revés do feminismo com a figura decadente de um protagonista pervertido, imoral e emocionalmente nulo.
Pedro Luís e A Parede – “Navilouca Ao Vivo”.
Comemorando 15 anos de uma bem-sucedida carreira, a banda Pedro Luís e A Parede estreia em DVD com show curto e cinematográfico. Mesmo com o insuperável sucesso do Los Hermanos e com a intensa revisitação de clássicos do samba, do choro e da bossa-nova promovidas por inúmeros artistas crias da Lapa, nenhuma banda conseguiu, nos últimos anos, ser tão carioca quanto Pedro Luís e A Parede.
Não Verás País Nenhum
Responsável por revolucionar a estrutura do romance brasileiro (assim como James Joyce o fez em relação à literatura de um modo mais amplo), Ignácio de Loyola Brandão tem em Zero sua obra máxima, tanto pela impressionante desconstrução do texto literário quanto pelos temas desenvolvidos pelo autor. Selecionada pela revista Bravo! como um dos 100 livros essenciais da produção literária nacional, a obra foi lançada primeiro na Itália e só no ano seguinte no Brasil, em 1975. Proibida pela ditadura militar, foi traduzida, após a censura, para diversos idiomas, além de receber outras onze edições.


Envie este artigo por e-mail







