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Muitas das séries a seguir já foram brevemente comentadas NESSE post. Comente também, compartilhe sua dor, sua alegria (ou sua indiferença) com os cancelamentos e términos de séries em 2011.

Obs.: Lembrando sempre que estão relacionadas apenas as séries da ABC, FOX, CBS, NBC e CW, principais redes de tevê aberta nos Estados Unidos.

Better With You – 1ª temporada

Breaking In – 1ª temporada

Brothers & Sisters – 5ª temporada

Chaos – 1ª temporada

Chase – 1ª temporada

Criminal Minds: Suspect Behavior – 1ª temporada

Detroit 1-8-7 – 1ª temporada

Friday Night Lights – 5ª temporada

Série que soube a hora de parar. Que tenha um fechamento digno. Não é uma das mais faladas dos últimos anos, mas será uma das mais lembradas.

Hellcats - 1ª temporada

A série é ruim? Bem, parece que foi feita pra ser ruim. Tinha um target muito claro, e pretendia atingi-lo com tudo. Mas daí aconteceu uma situação interessante. Tecnicamente, a série era… boa. E daí o target não correspondeu em audiência. Ah, o mundo televisivo…

Human Target – 2ª temporada

Law & Order: Los Angeles – 1ª temporada

Porque o mundo não precisa de outra franquia de Law & Order, né?

Lie to Me – 3ª temporada

A bolha não perdoa. Tim Roth, em grande fase no papel do Dr. Lightman, não conseguiu segurar a bronca. Lie To Me se perdeu no próprio enredo, fez por merecer o cancelamento. Para os fãs (como eu), uma pena.

Life UneXpected – 2ª temporada

Lone Star – 1ª temporada

Série sobre golpista que vive uma vida dupla e bígama. Teve um dos melhores pilotos (e premissas) dos últimos anos, e revelaria um dos grandes atores dessa geração, James Wolk. Revelaria, porque foi cancelada com dois episódios exibidos. Fosse na HBO, por exemplo, ou em outra tevê fechada, seria um sucesso. Mas o grande público não entendeu.

Mad Love - 1ª temporada

Medium – 7ª temporada

Mr. Sunshine – 1ª temporada

Série comentada na estreia dessa coluna. Matthew Perry, pronto para a sua grande volta. Não rolou. Nem o nome de peso do protagonista atraiu tanto público quanto o esperado, e pra piorar, Matthew ainda voltou pra rehab. Não era uma série excelente, é verdade. Mas merecia uma segunda chance.

My Generation – 1ª temporada

No Ordinary Family – 1ª temporada

Série que se esforçou demais pra ser original e não conseguiu. O piloto parecia promissor, mas na metade do segundo episódio já se notava que não iria muito longe. O elenco, ao menos, era consistente.

Off the Map – 1ª temporada

Outsourced – 1ª temporada

Alguma das comédias da NBC tinha que rodar. Community é amplamente elogiada pela crítica e Parks & Recreation é a que tem mais chances de agradar a Academia esse ano e concorrer a algum Emmy. Sobrou pra Outsourced, que também é boa, mas que patinou na audiência e passou longe de ser unânime na crítica. Vou sentir falta da série. E principalmente, da Rebecca Hazlewood.

Perfect Couples – 1ª temporada

Running Wilde – 1ª temporada

Mancha no currículo do Will Arnett. Nem o talento dele salvava o péssimo timing e as piadas batidas de Running Wilde.

$#!* My Dad Says – 1ª temporada

Série já comentada nessa coluna, cujo grande atrativo era a volta de William Shatner ao papel principal de uma série – e mais, de uma comédia. Mas nem o velho Shat, e nem todo aquele hype do Twitter adiantou. O único problema foi o cliffhanger. Deixou todo mundo curioso. A bolha é cruel.

Smallville – 10ª temporada

Finalmente, né? Que seja eterno enquanto dure na grade do SBT, daqui pra frente. Série hiperestimada demais pro meu gosto. Entendo que mantinha um bom público, mas dez anos já está mais que bom.

The Cape - 1ª temporada

The Chicago Code – 1ª temporada

The Defenders – 1ª temporada

The Event - 1ª temporada

The Paul Reiser Show – 1ª temporada

DOIS episódios. Não ficou nem uma hora no ar. E cancelada. Paul Reiser não merecia tamanho desrespeito, independente da qualidade (ou falta de qualidade) da série.

Traffic Light – 1ª temporada

V – 2ª temporada

E a lista continua!

Nos posts anteriores:

#25 Scrubs

#24 Mr. Bean

#23 Will & Grace

#22 The Fresh Prince Of Bel-Air

#21 Married…With Children

#20 Two And A Half Men

#19 That’s 70 Show (1998-2006)

Pelo menos pelas duas primeiras temporadas, merece estar aqui. Série retrô, que sentava a mão na fotografia, nos figurinos, nas referências, e ainda assim fazia um humor jovem muito leve – e engraçadíssimo. Serve pra relembrar os bons tempos em que o Ashton Kutcher conseguia ser genuinamente engraçado sem nem precisar se esforçar muito pra fazer um papel de retardado. Serve pra lembrar do início de carreira da lindíssima Mila Kunis. E claro, opiniões pessoais à parte, serve pra lembrar da maravilhosa Laura Prepon, a melhor amiga que todo jovem dos anos 70 gostaria de ter.

#18 The Office (UK) (2001-2003)

Steve who? Não. Ricky Gervais. Produtor da versão americana, criou e protagonizou a versão original, em 2001. E como todos sabemos, versões originais costumam ser bem melhores do que as suas subsequentes. Adicione a isso o fato de que todos também sabemos (ou deveríamos saber) que o humor britânico (ainda mais quando falamos de Ricky Gervais, o meio-termo perfeito entre o refinado e o grotesco) é superior ao americano em quase tudo (veja bem, eu disse quase). Se você só conhece a versão americana, que engatinha para o seu final na falta de um protagonista (ou para um belo recomeço, porque não?), procure pela versão original.

#17 The Simpsons (1989-)

O que falar de uma animação que há 22 anos consegue altos índices de audiência? Que pode repetir as mesmas piadas com pequenas variações e ainda vai arrancar muitas gargalhadas. O maior acerto de Matt Groening (que aparecerá novamente na lista, calma) não poderia ficar de fora dessa relação. Simpsons fez história no imaginário mundial e é provavelmente a animação mais bem-sucedida dos últimos tempos. Não fosse tão repetitiva, estaria mais próxima do topo.

E não percam, semana que vem… alguma coisa. Até! Comentem!


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