Diálogos vazios, pensamentos transbordando. Um inesperado encontro em mais um texto literário para o blog.
Samba Lelê
Uma Egotrip nada inédita de Gus Vilela. Ciranda cirandinha, vamos todos cirandar no bosque que se chama Solidão.
Trevisível
Um singelo conto inspirado na figura do mestre Dalton Trevisan na Egotrip de Rodolfo Amaral.
Soneto Aquático Shakespeariano N.º 1
Mais uma Egotrip de Rodolfo Amaral, desta vez um soneto evocando Shakespeare.
Futuro Imperfeito
Ah, o mal da pontualidade. Aproveitando o texto anterior nessa coluna, mais um arroubo literário dentro da mesma temática.
A Borboleta e o Cronograma.
Uma Egotrip de Gus Vilela. Nada como um cronograma para organizar seu dia.
Buenos Aires
Tantos momentos de sorte ou azar. Poema escrito há alguns anos e ainda tão significativo quanto à época em que foi produzido.
Diálogo Sobre A Inadequação
Dois poemas que dialogam sobre o sentimento humano da inadequação. Por Rodolfo Amaral, o Diálogo Sobre A Inadequação.
Whole Lotta Love
Última da série sobre Saudade, é Gus Vilela quem escreve “Whole Lotta Love”: Batendo uma baqueta contra a outra, a música começa. Um quatro por quatro, básico. O pé direito no bumbo marca o um e o três, a mão esquerda na caixa, o dois e o quatro. A mão direita toca um chimbal dobrado, oito colcheias por compasso – e um e dois e três e quatro – os pratos do chimbal levemente abertos, dando mais peso à música.
(Ausente)
Continuando com a série sobre Saudade na Egotrip, é Brayan quem escreve “(Ausente)”: Liguei a esmo, mesmo, perguntando por ela. Não souberam me responder. Disseram que era um assunto pessoal meu, e que por ser um assunto pessoal meu só eu poderia saber. Só que eu não sei, sei tão pouco quanto todos. Então revirei papeis soltos nos cadernos, cadernos nas gavetas, gavetas nos armários, armários na casa. Achei a primeira carta de amor recebida, da época em que ainda se escrevia carta de amor.
Melancolia
Continuando a série sobre Saudade na Egotrip, Rodolfo é quem escreve “Melancolia”: “Para algumas pessoas a vida é muito longa, e eu realmente não sei o que pensar. Só sei que vinte e sete me parece um bom número de anos pra se viver – que o digam Kurt, Janis, Jim, Jimmy… e todos os anônimos cuja tristeza eu nunca poderei conhecer.”
Preâmbulo de uma História Inacabada
Nós, colunistas do Tópico Livre, de tempos em tempos olhamos nossos umbigos e achamos a coisa mais linda do mundo, ou achamos a coisa mais horrorosa, mas temos certeza que alguém pode achar lindo, pois neste mundo tem gosto pra tudo. Confiram, aqui na Egotrip, nossos arroubos literários. A estréia é por conta do Ricardo, inaugurando a série sobre Saudade. Acompanhe, nos próximos dias, as egotrips de todos nós sobre o tema.


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