Presença e função da pedra na poesia brasileira através de quatro nomes da nossa literatura. (imagem que ilustra o post por Sandro Fortunato, para o arquivo do Memória Viva)
Harry Potter e os bloqueios de leitura
Séries, sagas, trilogias e demais empreitadas literárias que o autor desta coluna não processa muito bem. E quer saber com quem você não avança.
Muito além da página
O romance multimídia de Cláudio Tognolli é mais um exemplo de como a internet descentralizou o formato clássico dos livros, viabilizando obras que vão além da narrativa.
Amores Expressos – da filosofia clássica à literatura contemporânea
Selo da editora Companhia das Letras revela projeto inédito envolvendo autores, cidades ao redor do mundo e série de documentários em busca de uma boa história de amor
O cinema vai à literatura
Recente estratégia editorial, o trailer de livro é a consolidação da convergência de mídias na literatura, que até então parecia atrasada em relação às demais artes. Os ebooks também ajudam a mudar este cenário.
Malditos e românticos
O poeta Edgar Allan Poe e o cantor e compositor Nick Cave têm muito em comum. A Estante destaca dois textos (um de cada autor) e aponta semelhanças e diferenças entre um e outro.
O Fingidor
Terceiro e último dos artigos sobre Fernando Pessoa é uma breve e ligeira análise sobre espetáculo teatral criado a partir dos versos iniciais de “Autopsicografia” e que, apesar da discussão artística e filosófica, coloca o poeta em situações dignas de uma comédia escrita por Shakespeare.
Fernando Pessoa e a heteronímia
Segundo artigo da série sobre o maior poeta em língua portuguesa do século XX fala sobre as “outras pessoas” de Pessoa e sobre como seu poema “Autopsicografia” é uma chave para o entendimento do mistério psicanalítico que envolve outros três poetas famosos e dezenas de outras vidas criadas a partir da imaginação do mesmo homem.
[imagem: "Fernando Pessoa, Telhados", de João Beja]
Fernando Pessoa e a Mimesis
Primeiro de três artigos da série sobre o poeta português explica de que maneira o autor atualiza discussões da Grécia Antiga sobre o papel da arte e do artista, envolvendo Platão, Aristóteles e um conceito fundamental para a compreensão da arte ocidental.
Palavra sonora, som textual
Um breve resumo dos estudos culturais que incluem as letras de música como texto de caráter literário (e a literatura como fenômeno de acepção musical).
Nick Cave – A Morte de Bunny Munro
Segundo romance do cantor Nick Cave promove o revés do feminismo com a figura decadente de um protagonista pervertido, imoral e emocionalmente nulo.
Não Verás País Nenhum
Responsável por revolucionar a estrutura do romance brasileiro (assim como James Joyce o fez em relação à literatura de um modo mais amplo), Ignácio de Loyola Brandão tem em Zero sua obra máxima, tanto pela impressionante desconstrução do texto literário quanto pelos temas desenvolvidos pelo autor. Selecionada pela revista Bravo! como um dos 100 livros essenciais da produção literária nacional, a obra foi lançada primeiro na Itália e só no ano seguinte no Brasil, em 1975. Proibida pela ditadura militar, foi traduzida, após a censura, para diversos idiomas, além de receber outras onze edições.
História da DR
Discutir a relação é atitude moderna. Pelo menos para a literatura. Não é necessário pesquisar muito para perceber que cânones mundiais como Jane Austen, Stendhal, Flaubert, Balzac e Tolstói, apesar de seus célebres romances, nunca escreveram um capítulo sequer que fosse uma inflamada discussão entre casais em seus livros, a hoje famigerada DR.


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