O nome Arnaldo Dias Baptista corre no circuito do rock underground brasileiro com o mesmo nível de respeito que se costuma devotar a uma divindade. Seria exagero se não fosse real: alçado à condição de lenda viva do rock e representante de uma época em que o alto consumo de drogas sintéticas e de substâncias alucinógenas vitimava grandes talentos da música, quase levando também o próprio Arnaldo, todo fã da icônica banda Os Mutantes – que, a propósito, continua na ativa sob o comando do irmão Sérgio Dias – vê neste simpático senhor de 63 anos um exemplo de vida, genialidade e simplicidade.


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